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Rumo e Santos

As histórias da Rumo e da cidade de Santos se entrelaçam num passado de desenvolvimento para o País e num futuro de muitas oportunidades. Conheça agora um pouco mais dessa parceria de sucesso!

Desde os tempos do Brasil colônia, Santos sempre foi uma cidade estratégica para o Brasil. Com o início das estradas de ferro, em meados de 1860, essa importância se intensificou. Grande parte da produção de café, principal mercadoria exportada pelo país na época, era conduzida através das ferrovias até o Porto de Santos. Com o passar do tempo, o movimento da ferrovia acelerou, o porto se modernizou e a cidade paulista se tornou fundamental para o desenvolvimento do Brasil.

A movimentação de cargas no porto santista praticamente dobrou entre 2003 e 2015, e a Rumo faz parte desse processo - ao assumir da ALL a concessão da ferrovia na fusão entre as duas empresas. Por meio da Malha Paulista, a Rumo garante hoje o escoamento de grande parte da produção agrícola vinda do Mato Grasso destinada à exportação. Somente no 4º trimestre de 2016, a Rumo aumentou para 70% sua representatividade no transporte de grãos para o porto.

A Rumo continua crescendo lado a lado com a cidade e contribui para o desenvolvimento de toda comunidade santista. Geração de empregos, arrecadação de impostos, além de patrocínios esportivos e culturais, são algumas das contribuições que a empresa proporciona ao munícipio.

Maior Capacidade e mais segurança

A Rumo investe de forma contínua para aumentar a eficiência logística de suas operações e melhorar o escoamento da produção agrícola do país. Revitalização da malha ferroviária, renovação da frota e melhorias estruturais estão entre as ações implementadas pela Companhia que contribuem para o desenvolvimento do município.

Foram aplicados R$ 730 milhões na duplicação da ferrovia entre Campinas e Santos. O trecho faz parte do principal corredor de exportação de grãos do Brasil, que liga Rondonópolis ao Porto de Santos. O projeto resultou na construção de segunda via em boa parte da extensão da ferrovia. Com outras obras previstas no plano de investimentos da Rumo e no porto, a capacidade do trecho pode aumentar 3,5 vezes, chegando a 7 milhões de toneladas por mês. A obra aumenta a capacidade de transporte e reduz o gargalo logístico do país.

A segurança da população da região também está continuamente no foco de atenção da Companhia. Além das melhorias realizadas na via, já foram construídos 35 viadutos e pontes. E os investimentos continuam: devem ser construídas mais quatro passarelas, muros de segurança e nove viadutos para eliminar os cruzamentos com as ruas.

Renovação da frota

Desde 2015 a Rumo já adquiriu 109 locomotivas e quase 1.600 vagões. O atual plano de investimentos prevê a aquisição de mais 61 locomotivas e 650 vagões. Entre material rodante comprado, em aquisição ou previsto, estamos falando de 170 novas locomotivas e 2.307 novos vagões até 2020.

A renovação da frota permite que as operações da Rumo se tornem ainda melhores. A maior eficiência promovida por locomotivas novas e com recursos modernos impactam positivamente a Companhia e também a sociedade. Há ainda os ganhos ambientais decorrentes de máquinas que emitem menos gases poluentes e consomem menos combustível.

O transporte ferroviário também colabora para a dinâmica de Santos. Para se ter ideia, um vagão de 100 toneladas de carga, por exemplo, corresponde a 3,57 caminhões com 28, toneladas de carga. Dessa forma, um trem com 100 vagões substituí 357 caminhões. Isso significa que o modal ferroviário emite um volume proporcionalmente menor de CO2 e ainda colabora para reduzir congestionamentos na cidade do país que mais recebe produtos brasileiros destinados à exportação.

Estrutura ampliada

Na infraestrutura da Rumo no Porto de Santos, que é o maior e mais importante do país para a movimentação da produção brasileira, o investimento também foi maciço. A Companhia construiu um novo armazém na cidade, elevando sua capacidade estática de 15 mil toneladas para 100 mil toneladas, somente na nova unidade.

Além disso, a Companhia adquiriu equipamentos que possibilitam as operações em condições climáticas adversas. Isso permite operar de forma segura para a conservação da carga em qualquer tempo. Foram também construídas novas moegas e repotencializados os shiploaders, máquinas que acessam e carregam os porões dos navios com mais facilidade.

A Rumo também investiu R$ 8,5 milhões em um eficiente sistema de geração de energia a partir do gás natural. Os geradores possibilitam a redução na emissão de gases como CO2, comparativamente às centrais movidas a diesel, e zeram as emissões de sulfetos. O sistema ainda garante o funcionamento contínuo das operações da Rumo no Porto de Santos, suprindo eventuais quedas de energia elétrica.

Responsabilidade social

A cidade do litoral paulista é ponto-chave para as operações da Companhia. Apenas em Santos a empresa gera mais de 2,6 mil empregos diretos e indiretos. Mas não é só isso: a Rumo também se preocupa com o desenvolvimento das comunidades onde está inserida.

Para colaborar com o crescimento de Santos, a Companhia apoia diversos projetos de inclusão social e incentivo ao esporte. As equipes de handebol feminino e o time masculino de voleibol máster da cidade recebem suporte técnico e de material esportivo para participar de competições e torneios. Em 2016, o time feminino de handebol de Santos foi vice-campeão nos Jogos Abertos do Interior e a equipe de voleibol venceu o campeonato US Open 2016, nos Estados Unidos.

A Rumo também patrocinou o Festival Santista de Longboard, realizado pela primeira vez no último ano; e o 7º Torneio de Beach Tennis, que comemorou o aniversário da cidade.

O "Bom de Bola, Bom na Escola" é voltado para crianças e adolescentes de escolas públicas de Santos e complementa a educação através do incentivo ao esporte. A intenção do projeto é evitar a evasão escolar, um dos principais problemas do sistema educacional brasileiro.

A Rumo também esteve presente no restauro e manutenção do Casarão no Valongo, na cidade do litoral paulista, onde foi instalado o Museu Pelé, que mantém viva a memória do futebol por meio de objetos e itens do acervo pessoal de um dos maiores jogadores da história.